ENÉAS LOUR É ATOR, DRAMATURGO, CENÓGRAFO E DIRETOR TEATRAL

25 de jan. de 2010








Enéas Lour como o Dr. Treves na peça
"O HOMEM ELEFANTE"
direção de Luiz Roberto Meira
Guairinha 2003



O velho dinossauro trabalhava
como fóssil no museu.
Achava muito enfadonho não poder se mexer,
mas, eram os ossos do ofício!

Mini contos de Carlos Seabra

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24 de jan. de 2010



Foi inaugurada recentemente,
em São Luiz do Purunã, a
Avenida Mário Schoemberger,
uma homenagem da população autóctone
daquele lugarejo a um dos mais talentosos
atores do Paraná, falecido em 2008.
Estiveram presentes à cerimônia
de descerro da placa muitas personalidades
da área das Artes Cênicas paranaenses,
entre as quais a coluna destaca:
Odelair Rodrigues e Lala Schneider, as
"Black and White First Ladies" de nossos palcos;
o renomado Zé Maria Santos também esteve "Lá",
além dos diretores
Cleón Jacques, Roberto Menghini,
Antonio Carlos Kraide e Oraci Gemba.
Também marcaram presença alguns atores,
atrizes e bailarinos locais, como
Ailton Silva, Rita Pavão, Lineu Portela,
Olinda Wischral, Beto Rafael e o artista plástico
e dramaturgo Raul Cruz.
E ainda estavam presentes algumas personalidades da velha guarda,
como o casal Edson e Delcy D'avila,
Luciana Cherubim, Maurício Távora
e o professor Armando Maranhão.

A nova via liga a mansão Lourtiz à região
da Zona Oeste do Lago da Nascente
do Rio Tamanduá
e tem extensão de quase 50 metros (!)
com Pista Dupla!


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23 de jan. de 2010




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Para pintar o retrato de um pássaro

Primeiro pinte uma gaiola com a porta aberta.
Depois pinte algo gracioso,
algo simples, algo bonito,
algo útil para o pássaro.
Então encoste a tela a uma árvore em um jardim
em um bosque ou em uma floresta.
Esconda-se atrás da árvore sem falar,
sem se mover...
Às vezes o pássaro aparece logo
mas, ele pode demorar muitos anos
antes de se decidir.
Não desanime.
Espere.
Espere durante anos, se for necessário.
A rapidez ou a lentidão do pássaro
não influi no bom resultado do quadro.
Quando o pássaro aparecer,
se ele o fizer,
observe no mais profundo silêncio
até ele entrar na gaiola
e, quando ele assim agir.
delicadamente feche a porta com o pincel.
Então, apague uma a uma todas as grades
tomando cuidado para não tocar
na plumagem do pássaro.
Em seguida, pinte o retrato de uma árvore
escolhendo o mais bonito de seus galhos
para o pássaro.
Pinte também a folhagem verde
e o frescor do vento, o dourado do sol
e a algazarra das criaturas, na relva,
sob o calor do verão.
E então espere até que o pássaro decida cantar.
Se ele não cantar é um mau sinal,
um sinal de que a pintura está ruim.
Mas se ele cantar é um bom sinal
um sinal de que você pode assinar.
Então, com muita delicadeza, você arranca
uma das penas do pássaro
e escreve seu nome em um canto do quadro.

 Jacques Prévert

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21 de jan. de 2010




VELÓRIO

(pensamentos no passamento)

Seu bafo: vinagre.
Seu hálito: esgoto.
Seu suor: gosma.
Sua bunda: caída.
Sua orelha: ostra.
Seus pelos no nariz: nojo.
Sua sombra: bolor.
Seus calos nos dedos dos pés: caramujos.
Suas sobrancelhas: taturanas.
Sua barba: lixa.
Suas unhas: tartarugas.
Sua risada: trombeta.
Seu umbigo: o poço do seu mundo.
Sua cabeça: pocilga.
E este terno: azul e cinza
eu mesma escolhi
(e a gravatinha mirrada
e preta que você detestava
e os sapatos marrons que apertavam seus calos, também!)
O caixão e a coroa de flores custaram caro demais.
Mas,
valeu cada centavo para ver você partir
deste mundo para o inferno.
Vai!
.

Enéas Lour
Janeiro de 2010

19 de jan. de 2010



IMPORTANTE PARA QUEM
QUER FAZER COMÉDIA.

CLIQUE AQUI E ASSISTA O ESQUETE DE
UM GRANDE COMEDIANTE INGLÊS : Freddie Frinton


O esquete de Freddie Frinton fazendo o mordomo bêbado
que serve o jantar à velha dama (a atriz é  May Warden)
cujos amigos convidados são invisíveis, pois que já mortos,
é um dos melhores pitéus do humor inglês.
O argumento do esquete é dos anos 1930 mas,
Frinton interpretou-o pela primeira vez em 1945.
Nos anos 50 ele adquiriu os respectivos direitos
para o levar o esquete aos palcos ingleses
sem ter que pagar royalties.
O êxito foi tamanho que foi comprado
para ser apresentado na Broadway.
Esta versão tem cerca de 14 minutos
e é em preto-e-branco.
Existe outra versão em cores na internet,
mas, a sincronização de som e imagem está muito ruim.
Freddie Frinton é um mestre em tempo de comédia!
Vale a pena assistí-lo!

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18 de jan. de 2010




 Aristóteles (384 a.C. / 322 a.C.) definia dramaturgia
como a organização de ações humanas de forma coerente
provocando fortes emoções
ou um estado irreprimível de gozo.
A poética é imitação (mimesis) e abrange a poesia épica,
a lírica e a dramática: (tragédia e comédia).
A imitação visa a recriação e a recriação visa
aquilo que pode ser.
Desse modo, a poética tem por fim o possível.
O homem apresenta-se de diferentes modos
em cada gênero poético: a poesia épica apresenta
o homem como maior do que realmente é, idealizando-o;
a tragédia apresenta o homem exaltando suas virtudes
e a comédia apresenta o homem ressaltando
seus vícios ou defeitos.

"A história conta o que aconteceu; a poesia, o que deveria acontecer."
Aristóteles

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BONITO
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"Sou um escritor de peças,
mostro o que vi, no mercado dos homens.
Vi como o homem é negociado, isso
eu mostro, eu, o escritor de peças.

Para poder mostrar o que vejo
consultei os espetáculos de outros
povos e de outras épocas
reescrevi algumas peças, com cuidado
examinando a técnica usada e
assimilando
aquilo que me podia ser útil.

E também as frases que eram
pronunciadas
dei a elas uma marca especial.
Para que fossem como as sentenças
que se anota
para que não sejam esquecidas." 


Bertolt Brecht


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17 de jan. de 2010


Casa LourOrtiz / São Luiz do Purunã
16/01/2010

 
Pinheiros / São Luiz do Purunã
16/01/2010



Instrumentos de trabalho / São Luiz do Purunã
16/01/2010

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Plantando um pé de acerola
em São Luiz do Purunã.
Na foto: Enéas Lour e Tiúsca.
(O Enéas é o de chapéu)

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16 de jan. de 2010




Roberto Arlt é um dos precursores
da moderna narrativa argentina.
O ambiente das ruas, que o escritor
tão bem conhecia, foi inspiração
para alguns dos seus melhores textos.
Da sua amizade com rufiões, falsificadores
e pistoleiros surgem personagens
como as de seu romance  
"Os Sete Loucos",
considerado a obra-prima deste autor.





DE HOJE PARA AMANHÃ

No fim da tarde vejo 
um galho enfeitado de borboletas;
Vejo um gomo de laranja no sol;
Um por-de-sangue nas nuvens
E um traço de anoitecer 

riscando o céu com carvão.

Já, já, as estrelas abrirão seus olhos de criança
Inaugurando mais uma noite madrasta.
São mil rãs rezando roucas no brejo
E mil mariposas dançando nuas à luz da lua.

O amanhã ainda está lá longe!
Dos mares do Japão, ele vem vindo.
Ainda tenho uma noite de sono
Antes de abrir o pacote de surpresas
Que o novo dia trará.

Folha em branco imaculada, perfeita,
É o dia de amanhã.
Futuro, mais que imperfeito agora
Do que ainda se dará.



Enéas Lour
São Luiz do Purunã
15/01/10


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15 de jan. de 2010

HOMENAGEM

por Roberto Vieira

Adeus, Zilda Arns: a morte dos anjos


Em certos momentos fica difícil acreditar em Deus.
Como pode um Deus permitir tanta miséria?
Melhor ser ateu.
Um ateu destes que gostariam muito
de acreditar em alguma coisa.
Um ateu rezando para estar errado.
Pois não é que hoje morreu um anjo!
Um anjo pediatra.
De sorriso lindo.
Um sorriso, me desculpem o trocadilho, angelical.
A primeira vez que vi tal sorriso foi em 1973,
na capa de uma revista esportiva
que trazia estampada o novo Cardeal de São Paulo.
Eu estudava em colégio de padre.
Onde o diretor não sorria nem deixava sorrir.
Imaginem minha surpresa!
Um cardeal de riso aberto na revista.
Com uma bandeira do Corinthians!
...

Descobri com o tempo que o sorriso daquele cardeal 
era do mais puro aço inoxidável.
Imprescindível.
Inestimável.
Dom Paulo Evaristo Arns era feito de pedra e sentimento.
Um anjo na Sé.
...

Anos depois conheci a Zilda.
Crianças no colo.
Amor pra dar sem vender.
O mesmo sorriso do irmão.
Um sorriso de Forquilhinha.
...
Quis o destino. Deus?
Levar desta terra a bela pastora.
Esse Deus que quer todos os sorrisos para si.
Pois, Deus, se é que você existe mesmo,
guarda bem este anjo que hoje se foi
quando ajudava tantos anjos numa terra
de miséria sem fim!
Guarda bem esse anjo, Deus, 
pois a Terra ficou mais vazia no dia de hoje.
E o Céu, se é que o céu existe mesmo,
o Céu ficou mais azul.




O presente texto foi extraído do


14 de jan. de 2010




 

 

Deus vem vindo: ninguém não vê.
Ele faz é na lei do mansinho - assim é o milagre.
E Deus ataca bonito, se divertindo, se economiza.


João Guimarães Rosa


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13 de jan. de 2010



 

 

A única maneira de teres novas sensações 
é construir - para ti mesmo - uma alma nova.

Fernando Pessoa

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11 de jan. de 2010


“Só a obra interessa.
O autor não vale o personagem.
O conto é sempre melhor que o contista. 
...
Para escrever mil novos contos, a vida inteira é curta.
Uma história nunca termina.
Ela continua depois de você.
...
O conto não tem mais fim senão começo.
Quem me dera o estilo do suicida em seu último bilhete.”

Dalton Trevisan

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Ah! Acho que não queria mesmo nada,
de tanto que eu queria só tudo.
Uma coisa, a coisa, esta coisa: 

Eu somente queria era: ficar sendo!

João Guimarães Rosa

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10 de jan. de 2010


"TAMANDUÁ E CHUVA"

Ontem: dia inteiro de chuva e as formigas reclusas nos labirintos de lama.
Hoje, logo bem cedo, tamanduá faz a festa:
Pelas frestas do formigueiro a língua desce e sobe em banquetes.
É assim: guloso do almoço à janta, dia todo.
Depois, satisfeita a fome com o sacrifício de milhares de vítimas, tamanduá prossegue a vida no passo lento de seu caminho até debaixo de uma aroeira-do-campo e ali deita o corpanzil e ressona sob o insistente batuque da chuva nas folhas, já bem lavadas.
Já no formigueiro, aos milhares, gritam as vítimas da tragédia instalada pela língua gigantesca do mamífero desdentado. Mas, não lamentam as mortes de tantas, de vez que formigas não sentem dores de viúvas ou órfãos. Gritam, isto sim, são ordens de reconstrução do castelo. Ordens de umas para outras na sucessão hierárquica lá delas. E correm em todas as direções as tais operárias histéricas, com pedacitos de folhas, de ramagens, de pauzitos, de capins e de barro, no desesperado afã de refazer novamente o labirinto.
No centro da balbúrdia instalada, a rainha - enorme de barriguda - prossegue jorrando ovos, para repor o contingente das devotadas servas que o tamanduá devorou.
E corre-corre e lufa-lufa sob o bombardeio das gotonas de chuva que explodem lá e cá a acolá e ali, como tiros de um canhão d'água celeste. A lama escorre fluida e engole alguns guerreiros que mais à frente emergem e instantâneo prosseguem na luta hercúlea da reconstrução da polis devastada.
São horas e horas e horas de intenso labor da multidão empenhada nessa tarefa, até que a chuva, talvez com dó de tanto empenho e tão parco resultado resolve aplacar seu ritmo e quase por completo parar o bombardeio.
Percebido o arrefecimento do ataque, mais ainda se empenham as minúsculas criaturas no trampo de empilhar pedritas, raminhos, bolotinhas de areia e barro para fazer os arcos e túneis do prédio do formigueiro.
Vai o dia todo nesse empenho e já a noite se agacha sobre o mundo.
Todas as operárias então se encostam aos barrancos e suspiram cansadas da faina do dia.
A rainha continua jorrando ovinhos brancos sem pausa nenhuma.
Passa a noite e vem o dia lá do leste com um solzinho miúdo secando aos poucos a paisagem e, com ele, adivinhe quem vem junto, com seu passo bamboleante e uma fome interminável?

Enéas Lour
São Luiz do Purunã 10 / Janeiro / 2010

9 de jan. de 2010



Estou (eu, a Fátima, a Maíra e o Gabriel)
em São Luiz do Purunã.
Escrevendo peças novas
(DORA DESABALADA e OTTO E MARIA)
e também revendo textos antigos.
É bom isso de rever textos.
Achei uns que eu não me lembrava mais
e gostei de lembrar deles.
Rasguei outros que lembrava
mas que resolvi "deslembrar" para sempre.
Achei lá numa pasta de textos um
que eu fiz para o programa da peça "JUVENTUDE"
dirigida pelo Felipe Hirsch em 1998,
que gostei e que segue abaixo :

Pegue um dia qualquer da sua vida,
pode ser um dia de chuva ou não,
no outono ou no inverno, qualquer dia,
desde que seja depois de que
você tenha 40 anos e tenha filhos.
Pegue este dia e ponha seu filho
sentado ao seu lado,
na sala ou debaixo de uma árvore,
no sótão ou na praia ao lado do velho barco
cheio de cicatrizes de areia.
Olhe para o seu filho e diga-lhe
que ele não é imortal.
Diga a ele que a vida desliza pelo tempo
e que o Papa vai morrer,
que Madonna vai morrer,
assim como John Lennon morreu
e que morreremos todos um dia.
Diga que é verdade que a vida é eterna,
mas, com outros personagens
que se substituem a cada cena pelos anos.
Diga que você vê nele
- e através dele -
um túnel que leva ao futuro
que você nunca vai alcançar
e nem ele.
Diga que quando os homens
finalmente descerem em Marte,
um outro, que não você e nem ele,
descerá da escada da nave
e colocará sobre aquela longínqua areia vermelha
o seu pé.
Diga que o poeta e astrônomo persa,
Omar Kayhan,
estava certo em seu Rubayat
e que "a efêmera suavidade da vida,
do amor e do prazer,
são tudo o que nos resta
e tudo o que nos devia interessar
nesta curta jornada da vida".
Talvez ele não acredite em você.
Talvez, não: certamente ele não acreditará em você
porque em seus olhos a luz cegante da juventude
ainda brilha tão forte que o impede de ver o mundo,
com seus minutos galopantes e suas horas disparadas.
Mas, mesmo assim,
você lhe terá dito tudo o que um pai 

tem a dizer a um filho.
E, depois de alguns anos,
talvez sob o teto de uma outra casa,
que estará sob esta mesma lua que hoje viaja conosco,
ele dirá ao seu neto o que aprendeu com você nesse dia.


Enéas Lour / 1998

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8 de jan. de 2010





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Neste 2010 faz 17 anos que estreou no Guairinha
a peça teatral
"Paisagem de Meninos"
uma adaptação do obra de
Poty Lazzarotto e Valêncio Xavier
com direção de Edson Bueno
e um elenco de bons atores.
Cenários de Rosa Magalhães
Iluminação de Beto Bruel.

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7 de jan. de 2010


Medida governamental institui
cotas de exibição
para o Cinema Brasileiro


Uma medida do governo instituída no fechamento do ano de 2009 poderá abrir uma nova etapa para o cinema nacional. Em 2010, as salas de cinema do país deverão exibir dois filmes brasileiros diferentes e fixar 28 dias de exibição, conforme determina a lei batizada de “Cota de Tela”, regulamentada pela Agência Nacional do Cinema (Ancine).


A proposta tem por objetivo promover a auto-sustentabilidade e elevar a produção da indústria cinematográfica.


Com isso, conforme a redação do Decreto nº 7.061/2009, ficam obrigadas pelo cumprimento da medida as empresas proprietárias, locatárias ou arrendatárias pertencentes à mesma empresa exibidora e que integrem espaços ou locais de exibição pública comercial localizada num mesmo complexo.


Segundo a direção da Ancine, a idéia é estabelecer maior planejamento entre os segmentos de produção e de exibição do audiovisual, como é feito pelos estúdios norte-americanos.

A quantidade de dias e de filmes deverá variar de acordo com o número de salas em cada complexo. Os grandes complexos, por exemplo, terão uma cota de 64 dias e terão de exibir até 11 filmes nacionais diferentes.

www.guata.com.br

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Este é o Davi
filho do Alexandre (Xandão)
e neto do Mário Schoemberger.

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6 de jan. de 2010



Numa parede de casa vejo minha cara de menino
numa fotografia preta e branca e cinza.
Em outra parede,
na que tem um espelho espetado nela,
o menino desaparece e um velho me olha
com olhos abertos de espanto.

Janeiro / 2010

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O público não quer a verdade,
mas a mentira que mais lhe agrade.

 

Fernando Pessoa.

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1 de jan. de 2010


Chegamos em Visconde de Mauá
na fronteira entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais,
depois de 884 km desde Curitiba. Lugar lindo!
Pousada Canto do Rio.

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Metereologia
Nublado sujeito a chuvas no decorrer
do período entre 2009 e 2010.

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Fátima no portão que separa
o Rio de Janeiro de Minas Gerais.


Enéas na Cachoeira do Escorrega
em Maromba / Minas Gerais.




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